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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Vou casar no uk

Daqui a um mês estarei a entrar pela porta de um registo em Inglaterra. Irei dizer "I do" em vez de "Sim", se isso me incomoda? Um pouco, mas não poderia ser de outra forma, é aqui que vivo, aqui nasceram as minhas duas filhas, aqui fiz amigos, aqui tenho aprendido grandes lições de vida, aqui planeio o futuro... que sentido faria organizar um casamento inteiro a uma distância de mais de 2000km? Não me pareceu fazer muito sentido e principalmente não me pareceu prático e viável.
Vai ser um sim em inglês numa simples legalização de uma união alimentada por um amor sempre crescente, do qual já nasceram dois seres espetaculares.

O Sunny Dot vai estar em preparação para o acontecimento durante o mês que se segue, prolongando um pouco as férias para a merecida lua-de-mel. Neste entretanto todo o trabalho que envolve o Sunny Dot ficará em suspenso até ao meu regressso. Já escrevendo de anel no dedo e coração [ainda mais] cheio, irei contar alguns pormenores que possam interessar a quem vive neste país e queira aqui casar, irei continuar a motivar-vos a correrem atrás dos vossos sonhos e ajudar-vos a concretizá-los, irei esclarecer alguns pontos importantes no dia a dia da vida de quem quer emigrar ou já se encontra a viver no estrangeiro e irei responder aos vossos emails, comentários e dúvidas.

Estarei de volta dia 29 de Fevereiro, voltem vocês também ;) Entretanto... let's do this!
Background photo | Foto de fundo: Kurt Boomer

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Como estruturar a tua cover letter


A semana passada falei de alguns pontos a ter em conta na elaboração de uma carta de apresentação que funcione no Reino Unido. Hoje vou vos deixar aqui dicas de como a estruturar de forma a que consigas em poucas palavras dizer o essencial.
  1. Parágrafo de abertura: deve ser curto e implacável. Começa por uma frase que explique o porquê de estares a escrever: a posição a que te candidatas; o anúncio ao qual estás a responder, onde o encontraste; se foste indicado por outra pessoa,  a inclusão do nome dela e cargo/secção de trabalho serão uma mais valia. Aqui ficam alguns exemplo já em inglês:

    • In response to the advertised position in The Guardian on 9th October, please consider my CV in your search for an Architect.
    • I was pleased to hear from James Bond that you will soon have a vacancy for a Pesonal Assistant. I am very interested in this position, and I think that with my skills I could be an asset to you and your company.
    • Having recently read in the Independent of your company’s plans for expansion, I am writing to establish whether this will involve an increase in personnel. As a final year business student at Oxford University, I am seeking a position in January that will develop my marketing and finance skills.
  2. Segundo parágrafo: aqui deverás ter em mente a pergunta: Porque é que um empregador poderá ficar interessado em te contratar? Em poucas palavras descreve as tuas qualificações, profissionais e académicas, que forem mais relevantes para a posição a que te candidatas. Se estiveres a responder a um anúncio é provável que o mesmo inúmero algumas qualidades que o candidato escolhido deverá possuir, faz menção a elas.
  3. Terceiro parágrafo: destaca o que podes fazer pela empresa, nunca o inverso. Expõe o que tens ou podes oferecer de relevante para a carreira que queres perseguir.
  4. Quarto parágrafo: este deverá ser um parágrafo de indução à acção, por exemplo, disponibilizando-te para uma entrevista.
Desta forma conseguirás uma carta de apresentação bem estruturada e concisa. Boa sorte!


Background photo | Foto de fundo: Viktor Hanacek

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Uma carta de apresentação (cover letter) que funcione em Inglaterra


Já aqui falámos, e demos algumas dicas, de como fazer um CV que resulte no Reino Unido. Torna-se agora pertinente falar um pouco da carta de apresentação (cover letter) que irá suportar ou abrir portas ao teu novo CV.
A carta de apresentação deve anteceder o teu CV, é ela que mostra o teu estilo de escrita, dá originalidade, carácter e um cunho pessoal à tua candidatura. Nela deves mostrar ao empregador as tuas qualidades para o cargo em causa. Que vantagens ele tem em escolher-te a ti e não a qualquer outro candidato.
Sendo um texto absolutamente pessoal, aconselho-te (por experiência própria) a escolheres um dia em que estejas inspirado, optimista e com tempo, faz uma carta tipo que possas ajustar de acordo com os anúncios a que, posteriormente, te fores candidatando. Deixamos algumas dicas que te podem ajudar a escrever a tua melhor carta de apresentação até hoje, inspira-te!
  1. Não te alongues, meia página deverá ser suficiente para conseguires mostrar as tuas qualidades mostrando, ao mesmo tempo, capacidade de sintese. Em nenhuma hipotese deverá ser maior do que uma página
  2.  Imprime a tua carta em papel branco. Imprimir num papel mais caro em tom creme também é uma opção porém o conteúdo será sempre o mais importante. Não te esqueças de imprimir o teu CV no mesmo papel. Tudo o mais clean possível.
  3. Se enviares a tua candidatura por email, coloca o texto da "cover letter"no corpo do email. Não a envies como anexo sem qualquer texto no corpo do email, pode ser tratado como spam
  4. Usa palavras tuas. Linguagem corrente sem formalidades ou clichés.
  5. Usa verbos de acção sempre que possível (aprender, procurar, trabalhar, comunicar, fazer...)
  6. Lê, re-lê e pede para outros lerem o teu texto a fim de encontrarem erros ou gralhas.
  7. A tua carta deve responder (intrinsecamente) à pergunta: "Por que razão devo chamar-te?" 
  8. Muito importante, sempre que possível endereça a carta directamente à pessoa que a irá ler. Descobre o seu nome e escreve-o tanto na carta como no envelope. Muitas vezes o próprio anúncio tem o nome da pessoa responsável, caso não tenha ou se trate de uma candidatura expontânea, consulta o website da empresa ou liga a perguntar o nome do responsável pelo departamento ao qual estás a concorrer ou o responsável pelos Recusros Humanos. No caso de não descobrires o nome do destinatário da tua carta coloca no envelope a que departamento se endereça, por exemplo: Marketing Manager. Grandes empresas cujas candidaturas passam todas pelo departamento de recursos humanos: Human Resources Manager ou Recruitment Manager. Na carta (no caso de desconheceres o nome do destinatários), Dear Sir/Madam é a melhor opçao. Se souberes o nome Dear Mr Gordon, se se colocar a dúvida do estado marital (no caso de elemento feminino) opta por Dear Ms Owen.
  9. Relaciona as tuas capacidades e qualidades com as exigidas pelo cargo ao qual estás a concorrer.
  10. Não te esqueças de deixar claro a partir de quando estarás disponivel para começar a trabalhar, assim como a tua absoluta disponibilidade para uma possível entrevista.
Estes são os principais tópicos que te poderão encaminhar na construção da tua carta de apresentação (cover letter). Se ainda não te sentires confiante e não sabes bem por onde começar e como estruturar o teu texto, fica atento à próxima quinta-feira. De hoje a uma semana iremos dar-te dicas de como estruturares a tua carta para que não te esqueças de colocar o mais importante e de forma clara.

Foto de fundo por | Background photo by: Viktor Hanacek

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

FAQs de quem quer emigrar [ A escola dos filhos e o trabalho dos pais ]


As perguntas são muitas e variadas e muitas vezes até já foram dadas as respostas aqui no Sunny Dot. Por isso decidimos, em jeito de recapitulação ou de organização, para que não seja demasiado exaustiva a vossa busca aqui no blog, criar uma nova categoria "FAQ" que podem encontrar no menú das CATEGORIAS à vossa direita.
Vamos criar uma série de posts onde iremos, da melhor maneira possível, responder às perguntas que mais frequêntemente vocês colocam ou por escrito ou nas consultas via Skype.
Porque esta é uma preocupação genuina e de primeira instância vamos começar com a  compatibilidade entre ter filhos em idade escolar e a necessidade que normalmente o casal tem de trabalhar:

Como fundiona o sistema escolar em Inglaterra? A partir de que idade poderei colocar o meu filho na escola? Existem opções válidas para o colocar depois da escola sendo que poderei estar ainda a trabalhar?
Há creches que aceitam bebés pequenos normalmente a partir dos 6 meses porém as mais comuns só abrem a porta a crianças dos 2 aos 5 anos. Em qualquer dos casos a oferta é normalmente muita mas a procura é imensa e por isso existem, na maioria das vezes, listas de espera. Qualquer criança a partir dos 3 anos tem direito a 15 horas semanais de creche/pre-escola pagas pelo Estado.
Conforme já falámos aqui a idade de ingresso para a escola pode variar entre os 4 e os 5 anos de acordo com a data de nascimeno da criança. 
O período de aulas pode variar de escola para escola mas começará entre as 8 e as 9 da manhã e terminará entre as 3 e as 4 horas da tarde. As crianças ficarão na escola cerca de 6 a 7 horas seguidas. 

Tendo em conta que um horário normal de trabalho será normalmente 8 horas e tendo em conta que a criança fica na escola 6 horas no mínimo a melhor opção e a mais barata será jogar com os horários de trabalho do pai e da mãe de modo a que estejam disponíveis alternadamente para irem buscar a criança. Outras opções: há escolas que têm clubes após o tempo de aulas, como alternativa, mas mais dispendiosa, há locais, muitas vezes funcionam também como creches, que também promovem estes clubes após o horário escolar, as amas (childminder) também são uma opção viável e muito usada.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Viajar de carro com crianças

 

Hoje escrevo-vos um texto pessoal resultado de uma experiência particular e recente, não revelará nada mais do que a realidade de uma família portuguesa, emigrada em Inglaterra e que decide ir de férias a Portugal. Dirão vocês: que tem isso de especial? De facto nada tem de especial ou de novo. Ou talvez não tenha nada de especial para quem já fez esta viagem de carro com 2 crianças pequenas e saberá bem com o que poderá contar. Este testemunho é porém para aqueles que nunca o fizeram mas que, volta e meia, até se lembram de que talvez não fosse má ideia.
Neste sentido venho partilhar algumas ilações que retirei da minha experiência pessoal. No dia 14 de Outubro saí de casa em Kent, Inglaterra, rumo a Portugal. No carro eramos 4, eu, ele, a mais nova de quase 2 anos e a mais velha de quase 4 anos. Resolvemos sair ao fim do dia porque achámos que conseguiamos aproveitar a noite para fazermos a maior parte do percurso de França com elas a dormir e desta forma parariamos menos vezes. De facto, pouco depois de entrarmos em França as pequenas dormiram umas 4 a 5 horas seguidas, o que nos permitiu um grande avanço, mas o certo é que uma noite a dormirem no carro deixou-as mal dispostas e chatas tornando a viagem durante o dia num autêntico pesadelo. Desde vomitarem, comerem mal, mal dormirem e não pararem de reclamar, gritar e chorar, tivemos um puco de tudo. A mais velha até se portou mais ou menos, dadas as circunstâncias acho que não poderia pedir mais. Já a mais nova... 
A viagem de regresso correu um pouco melhor, ficámos algumas horas num hotel onde conseguimos descansar com maior conforto, especialmente elas, e a viagem decorreu mais à luz do dia tornando-se menos chata para elas e consequentemente também para nós.

Conclusões que tirei desta aventura:
  • o avião não nos dá a verdadeira noção do quanto estamos distantes do nosso país de origem
  • viajar com crianças pequenas é completamente diferente do que viajar sózinhos ou com crianças/adolescentes que já não precisem de cadeira de segurança.
  • não viajar longas distâncias com crianças de idade inferior a 3/4 anos
  • viagens que necessitem de mais de 12 horas até ao destino devem ser intervaladas com noite em hotel (mesmo que seja apenas uma dormida de 5 ou 6 horas)
  • evitar tablets, filmes e livros no caso de crianças que enjoem com facilidade, bonecas e carros também são um bom meio de os entreter sem enjoarem tão facilmente
  • evitar que as crianças comam muito no carro, parar para fazer as refeições principais é a melhor forma de ter uma melhor alimentação, além da oportunidade perfeita para esticar o corpo.
  • os meses de primavera e verão são as melhores alturas para fazer este tipo de viagens longas, a claridade mantem-se por mais tempo fazendo-se a maior parte da viagem de dia, além da probabilidade de apanhar melhor tempo ser maior.
  • usar as cadeiras de segurança para crianças na posição mais vertical possivel.
Background photo | Foto de fundo:  Jake Olson Studios

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Ideias para um Halloween arrepiante


Já falámos aqui do Halloween, da sua origem e do seu aspecto actualmente cultural e popular entre os mais pequenos. No entanto o dia está de novo a chegar e antes do dia (noite) de Halloween temos ainda mais "assustadora" semana de férias dos miúdos. O que fazer para os manter entretidos é sempre a pergunta que se impõe a cada intervalo escolar. Em forma de (auto) ajuda hoje trazemos algumas ideias que irão tornar estes dias menos penosos para os pais e mais criativos e entusiasmantes para as crianças. 



1 - Morcegos decorativos
2 - Jogo da aranha
3 - Morcegos decorativos 2
4 - Faz o teu monstro
5 - Chapéu aranha
6 - Jogo das latas

para terminar, uma noite das bruxas em família a jogar o Bingo e um fim de férias em grande, cheio de momentos divertidos e em família, menos stress e mais crianças felizes ;)


...faz o download e imprime

terça-feira, 6 de outubro de 2015

O que precisas saber sobre a nova política dos sacos



Entrou ontem em vigor a nova política relativa aos sacos de plástico. Todos os supermercados passaram a cobrar £0.05 pelos sacos de plástico. Os sacos que estavamos habituados a levar para casa com as nossas compras do supermercado gratuitamrnte deixaram de existir e foram trocados por sacos também de plástico mas mais resistentes e que custarão ao consumidor £0.05. Esta não é uma política nova na Europa, a maioria dos países, incluindo Portugal, já a tem em prática há algum tempo e mesmo no Reino Unido já se vem a falar dela há mais de um ano e desta vez foi mesmo de vez. 
A solução para quem não quer despender este valor, é usar sacos reutilizáveis, estes podem ser adquiridos normalmente na própria loja por cerca de £0.50 (valor que pode variar segundo a loja) ou eventualmente reutilizar aqueles que anteriormente adquiriu gratuitamente, enquanto forem durando. A nova lei não abrange os espaços comerciais nos aeroportos ou a bordo de transportes como os comboios, aviões ou barcos, onde o uso de sacos de plásico se manterá de forma gratuita. O uso dos sacos de papel também não sofrerá alterações.
O número de sacos de plástico usados e posteriormente entregues nos supermercados ingleses tem crescido ao longo dos anos e em 2014 atingiu uns extravagantes 7 biliões, mais 200 milhões que no ano anterior. Os promotores da lei argumentam que este crescimento assola as ruas e danifica o campo, mares e costa. O governo implementou a medida de forma a que a população reduza a utilização de sacos, encorajando-a ainda na sua reutilização. Espera-se assim uma redução de 80%  nos entregues nos supermercados e 50% naqueles que são atirados nas ruas. 
O destino do dinheiro angariado na cobrança dos sacos irá para os próprios supermercados que terão como responsabilidade social ( ou não,fica ao critério de cada entidade)  a doação deste valor ou parte dele a causas sociais.
Portanto, se é poupado e preocupado com o ambiente, previna-se. Não se esquece de andar sempre com um saco na mala, no bolso, no carro... nunca se sabe quando irá precisar de ir comprar pão e leite ao sair do trabalho.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Dicas para aprender inglês ao chegar a Inglaterra

 

Sabes que será mais fácil emigrares para um país de lingua inglesa porque essa é a lingua com a qual mais te identificas, tens contacto e até aquela que estudaste mais na escola e ainda no curso extra que teimaste em tirar apenas porque sim. Decides-te pela Inglaterra porque para a América é difícil visa e a Austrália fica muito fora de mão. O que tu não sabes é que quando pisas este país pela primeira vez chips são crisps, o wc é loo e as cookies são biscuits. Não entendes uma palavra da maneira arrastada como vão juntando palavras e a mistura de sotaques é tanta que te é difícil familiarizares com todos, acabando por mal entenderes um.
Desanimado pensas que estás num país cinzento de gente mal humorada que afinal nem a lingua consegues falar. Mas não é nada assim. Nem o país é cinzento porque a paisagem até é bem verde e carregadinha de tijolinhos vermelhos, nem as pessoas são assim tão mal encaradas, apenas ficam na delas e perguntam-te "Are you alright?" se lhes parecer que poderás precisar de ajuda, no final descobres que ninguém fala bem a lingua, nem mesmo os ingleses, e que tu vais ser apenas mais um.
Nem tudo é mau e com tempo consegues digerir melhor o que te vão dizendo e para que isso aconteça de forma mais rápida segue estas dicas que deixamos para ti:
  1. Vê sempre televisão inglesa com as legendas (em inglês) ligadas, se te aperceberes de alguma palavra que não conheças escreve e procura no dicionário mais tarde.
  2. Ouve as notícias da rádio. Se um dia conseguires perceber todo um bloco noticiário de rádio então podes ter a certeza que já poderás falar com a operadora do serviço ao cliente da maioria da companhias de telecomunicações.
  3. Ouve as tuas músicas preferidas e tenta decifrar as letras, tenta entendê-las de ouvir e escreve-as num papel. depois procura a letra na internet e verifica o que erraste e o que conseguiste acertar. Canta-as e trabalha a velocidade a que consegues dizer as palavras, normalmente as letras das músicas são ditas a corer e cheias de abreviaturas, tal e qual como os ingleses normalmente falam.
  4. Não tenhas medo de falar e errar, depressa perceberás que não és a única a falar menos bem a língua. Se estiveres atenta vais te familiarizando com as várias variantes que os ingleses, e não só, vão criando para dizer a mesma palavra.
  5. Lê, lê muito. Passa o teu computador para inglês, o teu telemóvel, os programas que usas no teu dia a dia, o facebook, pesquisa em inglês e vê os resultados das pesquisas também em inglês. A leitura é a melhor forma de trabalhares e melhorares a forma escrita da língua. É também a melhor fonte para aprenderes novo vocabulário.
  6. Escreve, passa a escrever maioritáriamente em inglês, até mesmo os teus posts no facebook.
  7. Em ultimo caso, se todas as anteriores falharem ou forem insuficientes para o nível de inglês que precisas e te deixa satisfeito, tens sempre inumeros cursos espalhados por todo o Reino Unido, muitos deles parcialmente financiados, especialmente direccionados para quem não tem o inglês como primeira língua.
Mais importante que tudo é mesmo não desistir. A persistência e confiança são fundamentais. Vai em frente, tu és capaz!

terça-feira, 29 de setembro de 2015

7 requisitos no aluguer de casa em Inglaterra

 
Há distância de um clic encontramos uma grande variedade para quem procura alugar casa, flat, estúdio ou mesmo um quarto. Websites como o Gumtree, Moveflat, Spareroom, Rightmove, Zoopla, Prime Location, etc, têm uma vasta oferta para quem procura uma solução para o seu problema. .
Mas se encontrar a casa certa é um desafio juntar os requisitos exigidos para a alugar é, muitas vezes, um pesadelo. Para que não entres nesta fase da tua vida totalmente às escuras, aqui deixamos os 7 mais solicitados na hora de alugar uma casa:
  1. Antes de tudo é necessário ter algum dinheiro para investir, alugar uma casa fica caro principalmente porque além do contrato, é necessário pagar pelo inventário, depósito e o trabalho da agência. O montante ronda as £300-£500. Este valor poderá oscilar dependendo da zona e da agência.
  2. O Senhorio pede normalmente referências, o intuito é obter informações sobre a credibilidade da pessoa e certificar-se que os dados referêntes ao trabalho/rendimentos são verdadeiros e confiáveis.
  3. São necessários alguns documentos como por exemplo o cartão de identidade, comprovativo de endereço dos últimos 3 anos de residência (extracto bancário ou um recibo de um serviço público), detalhes referêntes ao ordenado e ao empregador.
  4. Geralmente o Senhorio pede também um depósito ou caução que equivale normalmente ao valor de uma renda, podendo oscilar no máximo até duas rendas Este valor irá salvaguardar algum dano que possa ocorrer durante a estadia do inquilino, sendo que se não ocorrer nenhum prejuízo ou dano no interior da habitação e se todas as rendas estiverem em dia, esse valor será devolvido ao inquilino na cessação do contracto.
  5. Ao procurar uma casa para alugar há que ter em consideração que o valor anual da renda não deverá ser mais alto que 30% do rendimento familiar anual para que seja garantido o sucesso do acordo. Se o valor for superior aos 30% do rendimento familiar existe a possibilidade de o senhorio solicitar um fiador como forma de precaução.
  6. Deve ser efectuado sempre um contrato por escrito devidamente assinado pelas duas partes. O contrato deve incluir uma declaração da empresa responsável pela gestão do depósito, assim como uma cópia do inventário. Estes são um conjunto de documentos vitais para se proteger e garantir as responsabilidades tanto do proprietário como do inquilino (tu).
  7. Antes de assinar o contracto é imprescindível que este seja lido detalhadamente para confirmar tudo o que nele está registado, salvaguardando posteriores surpresas.
Tendo estes requisitos em mente terás o essencial para alugar uma casa. Boa sorte!





quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Dicas para usar o Consulado Português em Londres


Não sei quanto a vocês mas a minha relação com o Consulado Português em Londres é no minimo complicada. Sempre que preciso de ir lá por este ou aquele motivo acontece sempre alguma novidade, ou os computadores não trabalham, ou é a internet, ou falta a eléctricidade... são mil e um os motivos pelos quais tenho de passar lá o dia todo mesmo que tenha marcação para as 9 da manhã.
Se esses e as oscilações de humor do pessoal que lá trabalha são circunstâncias que não conseguimos controlar, talvez seja inteligente darmos atenção a alguns detalhes que podemos controlar e que nos podem tornar a experiência menos dolorosa e com sorte até aprazível.
Hoje trazemos ao blogue algumas dicas para o melhor uso do nosso Consulado por estas bandas.

1 - Não ir ao consulado tratar de nada sem fazer uma marcação primeiro (excepção para títulos únicos de viagem e levantamento de documentos)
2 -  Marcações são feitas online, Para tal terás de possuir um número de identidade. Não fazer duas marcações com o mesmo objectivo com o mesmo número de identidade para o mesmo dia. A segunda marcação anulará a primeira e embora receba dois emails a confirmar as duas marcações uma delas foi automáticamente cancelada sem qualquer envio de email de cancelamento.
Por exemplo: se precisares de fazer o primeiro cartão de cidadão da tua filha e aproveitares para fazer o teu também, faz a marcação do teu com o teu nome e número de identificação e o da tua filha com nome e identificação do pai, do tio, do entiado, do vizinho... mas nunca o teu.
3 - Levar sempre impresso o email de confirmação da marcação
4 - Levar todos os documentos por eles solicitados mesmo as certidões de nascimento que eles dizem que podem tirar eles. Ou então confirma préviamente com o registo da tua localidade de nascimento em Portugal se a tua certidão já está informatizada.
5 - Fazer as marcações para antes das 11 horas. Marcações feitas para depois desta hora correm o risco de ter de ficar para a tarde e teres de ir arranjar um banco de jardim para passares a hora em que o consulado fecha e mete toda a gente na rua sem apelo nem agravo, sem mesmo um pedido de desculpa. O consulado fecha das 13 às 14, deve ser o único edifício "público" a fechar para almoço neste país (Inglaterra).
6 - Saber antecipadamente o valor que terás de pagar e levar em dinheiro. Se fores tratar da documentação da familia toda ao mesmo tempo é melhor levares um cofrinho! Este serviço ainda vive na pré-história e não tem multibanco nem aceita cheques.
7 - Para tratar de registos de nascimento não fiques à espera que te chamem na sala de espera do piso térreo. Sobe directamente para o andar respectivo e faz-te anúnciar.
8 - Embora o mail de confirmação para marcações de registo de nascimento não o mencione, leva fotos tipo passe do teu bebé.
9 - Leva tempo e paciência também porque te vai ser muito útil.

Background photo by | Foto de fundo por: Carlos Resende

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Transferir dinheiro para Portugal


São inumeras as razões que nos podem levar a precisar de enviar dinheiro para portugal, as nossas raízes estão lá e vimos com intensão de nos mudarmos definitivamente.
Eu própria já o tive de fazer e após pesquisar um pouco sobre esse assunto constatei que algumas agências de transferência de dinheiro como Moneygram, Moneyone, LCC e Western Union cobram uma taxa de serviço que varia entre £3 a £12 (valores para um envio de 100£) e não podemos deixar de ter em conta que a taxa de câmbio varia.

Relativamente ao envio de dinheiro através de Bancos Portugueses presentes no Reino Unido, bancos como Banif, BCP, BES (Novo Banco), CGD, BPI, Montepio e Santander nenhum deles cobra taxa de serviço para Portugal mas para tal precisarás de uma "conta fantasma" aqui em Inglaterra que possa servir de intercambio quando envias para a conta do mesmo banco em Portugal. Esta será a melhor opção para quem quer transferir dinheiro da sua conta inglesa para a sua conta portuguesa. O processo é simples: trasferimos dinheiro directamente para a nossa "conta fantasma" e alguns dias mais tarde este ficará disponível na nossa conta do banco do mesmo nome em Portugal, temos apenas de ter em consideração as taxas de conversão da moeda.

Outro serviço muito utilizado nos dias de hoje é o Paypal sendo este um sistema electrónico de transacção de dinheiro. Este sistema permite fazer pagamentos de bens e serviços assim como transferir dinheiro para outros usuários paypal. Em geral as contas paypal encontram-se ligadas a contas bancárias para as quais o dinheiro poderá posteriormente ser transferido. É um sistema prático, gratuito e acessível em toda a parte do mundo.

Recentemente utilizei a Transferwise para fazer uma transferência para Portugal. Posso dizer-vos que fiquei satisfeita com o serviço e o valor pago foi bastante acessível.

Background photo by | Foto de fundo por: Ben Giesbrecht

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Insta #001


Uma semana de instagram e o que vamos partilhando por lá:
A preparação do primeiro post após férias | o céu ao contrário | os passeios dos Domingos de sol | reflexos num dia de compras |o céu azul de Inglaterra |  | um parque a visitar


sexta-feira, 31 de julho de 2015

O que fazemos quando estás de férias



Verdade, este post devia ter saído ontem, têm toda a razão. O facto é que o Sunny Dot entrou nesta nostálgia de Agosto um pouco mais cedo, mas hoje estamos aqui, antes tarde que nunca!
As férias de Verão parecem enormes para os mais pequenos e minimas para os mais crescidos. Para nós, aqui no Sunny Dot, vai ser um mês a meio gás. Vamos manter os serviços a funcionar normalmente por isso, se quiseres uma consulta de esclarecimento ou uma integração simpática em terras Britânicas, não te preocupes porque estaremos aqui para ti e serás a nossa prioridade.
A única diferença vão ser a publicações de posts aqui no blogue. Em vez de termos publicações às segundas, terças e quintas, sairão apenas as públicações do início da semana. Podem então contar com a "frase da semana" às segundas, há que manter a motivação sempre em alta, e vamos ter um texto às terças como já é caracteristico deste nosso cantinho.
Na segunda semana de Setembro voltará tudo ao normal. Vocês voltam ao trabalho, nós continuaremos a fazê-lo mas com mais stress e menos cafézinho com os amigos.

Agosto é um mês parado no Reino Unido, sem escolas, muitas são as famílias que saiem, ora para destinos paradisiacos, ora para regressarem às suas origens. Não é uma boa altura para emigrar mas é uma altura perfeita para, quem tiver ideias de o fazer, se preparar. Em Setembro as aulas começam e, até ao fim de Outubro, será a melhor temporada para quem quer começar vida por estas bandas ainda este ano.
Portanto... bons banhos, aproveitem o sol e se precisarem entrem em contacto!

Background photo via | Foto de fundo de: Vogue UK

quinta-feira, 23 de julho de 2015

A escolha da escola em Inglaterra


Depois de entendermos o processo e a altura em que devemos matricular os nossos filhos na escola primária, chega-nos à mente a pergunta fatal: que escola escolher?
Há vários aspectos que podemos considerar na escolha da escola para os nossos pequenos mas a ordem de prioridades que esses aspectos tomam na nossa lista será sempre muito pessoal e de acordo com cada agregado familiar.
Ao preenchermos os documentos para iniciar o processo de admissão à escola primária é-nos permitido colocar 6 opções de escolas por ordem de preferência e o ideal será mesmo preencher esses 6 espaços ou, no pior dos casos, os primeiros 3.
Sendo esta uma escolha tão importante para uma integração escolar bem sucedida, é aconcelhável que se visite as escolas mais próximas da nossa residência, a proximidade à residência vai ser o critério mais provável para a selecção, por parte dos orgãos públicos, da escola do teu filho. A consulta do Ofsted report de cada escola poderá te dar uma ideia da sua classificação académica, porém nunca devemos deixar de ter em conta a nossa própria estrutura e realidade familiar. Uma escola com um bom relatório não significa por si só que seja a melhor escola para o nosso filho, por exemplo: o nível de ensino pode ser demasiado elevado o que pode levar a que a criança se sinta desenquadrado e perca o interesse na escola. O nível social e económico ser muito acima da média do agredado familiar pode dificultar à socialização da criança, originando a sua exclusão e isolamento. 
Com isto em mente, deixo em seguida os principais aspectos que se devem colocar em cima da mesa na hora de escolher a escola dos nossos filhos. A prioridade que cada aspecto toma na decisão que temos de tomar é estipulaada por cada um em particular e de acordo com a própria realidade:
  • Desempenho académico (ofsted report)
  • Próximidade de casa
  • Qualidade do espaço e do equipamento
  • Os outros pais e alunos
  • Rigor e disciplina 
  • Apoio especial 
  • Religião
  • Desporto de competição
  • Música
  • Teatro
  • Escola masculina, feminina ou mista

quinta-feira, 9 de julho de 2015

As coisas boas da emigração


Esta semana deu-nos para isto, deve ser da nostalgia do Verão. As férias estão à porta e muitos emigrantes aproveitam esta altura para regressar a Portugal e matar saudades das mil e uma coisas de que se vão privando ao longo do ano. O tempo passa a correr e depressa as férias chegam ao fim e é chegada a hora de voltar. Se por um lado sentimos falta das nossas coisas e da nossa casa, por outro custa sempre dizer adeus à família e aos momentos de sol e lazer que estão tão frescos na nossa memória.
Emigrámos por um propósito específico e se abraçámos esta mudança é porque ela nos traz mais coisas boas do que más e nestas alturas precisamos lembrá-las mais do que nunca.
Não vou muito a Portugal, sou sincera, gosto e sinto falta de muitas coisas do meu país mas também há muitas coisas com as quais já não consigo conviver. Quando estamos de férias tudo parece um mar de rosas e o regresso à realidade, à rotina do dia a dia, custa sempre e parece uma coisa meio cinzenta mas, se virmos mais de perto, não o é de todo e existem muitas coisas positivas no facto de estarmos emigrados e, em especial, emigrados em Inglaterra:

  • Trabalho: poder trabalhar, seja com que idade for, com as qualificações que se tiver, com as opções sexuais e religiosas que apetecer, aqui ainda se vai arranjando trabalho sem nos julgarem pelo que fomos ou somos. A tal discriminição que tanto se fala nos direitos humanos aqui é de facto levada a sério.
  • Perspectiva de futuro: saber que os nossos filhos terão um futuro melhor do que em Portugal, saber que nós próprios conheceremos um fim mais digno.
  • Viver a própria vida: sermos donos do nosso destino e senhores do nosso nariz sem interferência de ninguém, sem ter de ouvir o que é "politicamente" correcto... o correcto para ti é aquilo que tu própria desejas e persegues e não o futuro que os outros acham que deves ter.
  • Sobrar dinheiro ao fim do mês: pode nem ser sempre e isto dependerá sempre de pessoa para pessoa, mas aqui há, sem dúvida, maior possibilidade de pagarmos as nossas contas e vivermos melhor, inclusivé ter dinheiro para a viagem anual a Portugal.
  • A saúde a custo zero para as crianças: até aos 16 anos as crianças não pagam consultas, medicação, tratamentos dentários (incluindo aparelhos para os dentes), oculista e óculos, exames médicos, análises clinicas, etc.
  • A saúde para nós: a saúde pública em Inglaterra não é exemplar mas é absolutamente gratuita. Não pagamos consultas (camofladas com o nome de taxas de moderação), não pagamos análises clínicas, ecografias, raio-x, exames em geral, consultas no hospital, etc. O dentista também é parcialmente financiado pelo estado e para as grávidas e até 1 ano após a gravidez consultas e tratamentos dentários são gratuitos.
  • O direito ao passeio: as estradas não são pagas (salvo muito muito muito raras excepções) e estão em bom estado de conservação, mesmo as interiores que nos levam às vilinhas mais castiças.
  • O respeito pelos nossos direitos: sermos ouvidos, o direito a reclamar e a valermo-nos dos nossos direitos com sucesso.
  • Quinze horas semanais de creche paga a partir dos 3 anos
  • Os horários de trabalho: a existência de part-times em muitas e variadas posições que nos permitem voltar ao trabalho após a maternidade sem termos de abdicar de ver os nossos (ainda) bebés durante um dia inteiro.
  • Trabalhar a partir de casa: há inúmeras empresas e profissões que permitem-nos ausentar dos escritórios e ficar a trabalhar em casa alguns dias, uma enorme vantagem quando as crianças têm férias, ou quando há greves dos transportes, ou até quando acordamos com uma valente dor de cabeça.
  • Os amigos: a diversidade de amigos que fazemos, de todos os cantos do mundo e de todas as faixas etárias, e aqueles amigos que acabam por virar família.
  • Os parques: a enorme quantidade de parques e espaços verdes onde podemos caminhar, passear e levar as crianças. Há sempre um perto de nós.
  • Os animais: os esquilos e as raposas que convivem com as mudanças urbanisticas, sem serem queimados e apedrejados, e a (quase) inexistência de animais errantes.
E podia continuar mas acho que estas são razões mais do que suficientes para me inspirarem na altura do regresso. E a ti? O que te dá motivação na hora de voltares?

quinta-feira, 25 de junho de 2015

O Direito ao voto no Reino Unido


Os Britânicos estão determinados em diminuir a imigração e não é com os imigrantes ilegais que eles se têm mostrado preocupados ultimamente e sim com os Europeus. A vitória dos Conservadores nas passadas eleições deram a David Cameron a força que precisava para que uma das suas primeiras medidas fosse lançar a promessa de um referendo que decida a permanência ou não do Reino Unido na União Europeia até final de 2017.
Se na maioria dos referendos é permitido aos imigrantes europeus o direito ao voto, assim como o é nas eleições locais e para o parlamento europeu, deixando de fora as eleições para o parlamento Britânico, neste referendo os imigrantes europeus vêem o seu direito ao voto vetado. Se isto é preocupante para quem emigrou para a Inglaterra? Se é preocupante para quem tem este país como destino de emigração nos próximos anos? Não seria preocupante se a opinião dos ingleses em relação aos imigrantes, em especial dos países de leste da Europa, não se tivesse tornado tão negativa. 
Este é apenas um pequeno motivo pelo qual é tão importante votarmos no país onde vivemos sempre que nos é permitido. É o nosso futuro que está em jogo, é a nossa vida que pode ficar em dúvida, é a vida dos nossos filhos que pode ficar em suspenso e é a nossa permanência num país onde investimos tudo de nós que passa a conhecer um futuro incerto.
É muito simples votar no Reino Unido e é muito fácil inscreveres-te para o poderes fazer. Se nunca recebeste na tua caixa do correio um formulário para te registares e exerceres o teu direito ao voto então podes fazê-lo aqui ou fazer o download do formulário e enviá-lo pelo correio.
Depois, se tiveres direito a votar em determinado acto eleitural, irás receber um cartão com o dia da eleição e o local onde deverás ir votar. No acto do voto não precisarás levar absolutamente nada além da tua consciência, nem mesmo nenhum documento de identificação.

Background photo by | Foto de fundo de: {anne with an e}

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Encontrar emprego [em Inglaterra] sem sair do computador


Na sequência do que já falámos aqui, hoje trago alguns links que poderão ajudar directamente na tua procura de trabalho em terras britânicas. Os que vou aqui deixar são os que acho mais relevantes quando se procura uma forma (qualquer) de começar a trabalhar por estes lados.
Independentemente da tua pesquisa começar por esta lista ou outra qualquer é importante que cries também o teu perfil o mais detalhado possível em sites como o Linked in ou Behance (para os criativos), o pessoal dos recursos humanos das empresas ou até mesmo agências de recrutamento usam cada vez mais esta ferramenta para encontrarem possíveis candidatos para vagas que vão abrindo, em especial empresas multinacionais com filiais no Reino Unido.
Aqui ficam 12 links que espero ajudarem na tua busca.
  1. http://www.indeed.co.uk/
  2. http://www.monster.co.uk/
  3. http://www.jobsite.co.uk/
  4. http://www.totaljobs.com/
  5. http://www.reed.co.uk/
  6. http://www.jobs.ac.uk/
  7. http://www.nhscareers.nhs.uk/ (área da saúde)
  8. https://www.tes.co.uk/jobs/ (área da educação)
  9. http://www.careersinconstruction.com/ (área da construção)
  10. http://www.bubble-jobs.co.uk/career_portal/graduate-digital-jobs/ (área digital/criativa)
  11. http://jobs.communitycare.co.uk/ (área social)
  12. http://www.technojobs.co.uk/ (área técnológica)
Se não estiveres a ter resultados positivos às candidaturas para o teu emprego de sonho então pondera fazeres alguns meses de voluntariado conforme o sugerimos no nosso post "Estás à procura de trabalho...", muitas vezes é o que precisas para entrar no mercado de trabalho inglês.

Background photo by | Foto de fundo de: Viktor Hanacek

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Dicas para conduzir em Inglaterra


Quem chega a Inglaterra de carro, especialmente a Londres, vê-se confrontado com um sem número de "novas" sinalizações às quais não estamos habituados em Portugal. Por vezes pode parecer confuso à primeira vista mas no fim tudo se encaixa e o trânsito flui com muito mais dinâmica e civismo. Hoje trazemos algumas dicas que te poderão evitar algumas más experiências e multas, especialmente no que diz respeito ao estacionamento.
É um facto que em todo o lado há regras e o código da estrada é igual aqui ou em Portugal ou em qualquer outra parte, a maior diferença está básicamente na forma como é usado, ou não, e na forma como é fiscalizado, ou não. Deixar os passeios para os carros e obrigar uma cadeira de bebé a ir para a estrada é algo que não cabe na cabeça de nenhum cidadão inglês, quem o faz arrisca-se a, pelo menos, uma multa e na maioria das vezes ir buscar o carro ao "parque de estacionamento" da polícia. Por isso esqueçam, nem vale a pena arriscar, não deixem o carro a obstruir passeios. Quem diz passeios diz também em cima de passagens de peões, paragens de autocarro, etc. Aqui as regras são mesmo para cumprir. Há sempre zonas na via pública onde poderás estacionar ou parar, estas estão normalmente assinaladas com linhas na estrada e acompanhadas com sinalização vertical. Por exemplo, no esquema 1 pode estacionar-se na caixa limitada por tracejado porém este está condicionado ao horário designado na sinalização vertical. Na figura 2, uma linha vermelha, permite parar excepto nos dias e horas registados na sinalização vertical. No caso de duas linhas vermelhas a proibição é total (figura 3), não estacionar, mesmo que não exista qualquer sinal vertical, assim como no caso de linhas em zigzag que encontramos maioritáriamente perto das paragens de autocarro, passadeiras de peões e escolas.

Duas linhas amarelas proibem a paragem em qualquer altura, mesmo que não haja qualquer sinal vertical. Uma linha amarela significa que podes parar mas com restrições que normalmente estão anunciadas em sinalização vertical. Quando as marcações amarelas estão no passeio e na perpendicular à estrada estas têm a ver com os condicionamentos para cargas e descargas e no caso de ter apenas uma linha esta virá acompanhada de sinalização vertical pelo que devemos procurá-las a fim de esclarecermos os períodos em que podemos ou não fazer a carga ou descarga.


Grelhas como a da figura abaixo aparecem normalmente em cruzamentos movimentados e proibem que o condutor pare em cima delas bloqueando o cruzamento, desta forma fica assegurado que o trânsito flua sem  limitações. Nestes cruzamentos há normalmente câmaras e a paragem em cima desta caixa pode significar uma multa a aparecer em casa nos próximos dias.

Nem todos os corredores para os autocarros são intocáveis. Há vias reservadas ao bus 24 horas por dia e 7 dias por semana mas muitas delas têm indicações verticais que sinalizam as horas e dias em que elas devem funcionar como corredores de autocarros e fora desses períodos de tempo elas podem ser usadas normalmente como uma via qualquer. Há ainda casos em que estas mesmas vias "bus lanes" são permitidas também a motas, bicicletas e taxis em qualquer altura.

Cruzamentos, normalmente com semáforos, onde haja um espaço reservado às bicicletas, certifica-te que paras antes da linha branca que limita a sua zona e evitarás uma multa.
Visita o link para algumas dicas extra.
Além da condução mudar de faixa e das mudanças mudarem de mão ainda temos de nos habituar à quantidade de sinais e sinalizações na estrada que, a comparar com Portugal, pode nos parecer excessiva mas com o tempo verificamos ser a necessária para que nunca hajam dúvidas ou mal entendidos.

sábado, 30 de maio de 2015

IN [ F O R ] M . change


Hoje lançamos mais um serviço! Temos 3 ofertas para os 3 primeiros a enviarem-nos um email ou formulário de contacto (do lado direito do site) com o local para onde este serviço estará disponível. Estão prontos? 3, 2, 1...

Aqui no blogue do Sunny Dot damos imensas dicas de como emigrar, quando, porquê, para onde, de que maneira, o que precisas, como vai ser, o que poderás fazer para, etc, etc, etc. porém cada caso é um caso. Quando aqui deixamos os nossos testemunhos e as nossas sugestões estamos normalmente a reflectir a nossa própria experiência ou experiências que vamos conhecendo. Tu terás outras necessidades, outras dúvidas, outras circunstâncias e não fazes ideia de como te compreendemos, nós já passámos por isso.

IN [ F O R ] M . change vem responder a tudo o que precisas saber para dares este grande passo. Reune as tuas dúvidas e coloca-nos as tuas questões, teremos muito gosto em conversar contigo a fim de te esclarecer para que te preparares melhor para o que está para vir. Se tens ideias de emigrar e não sabes muito bem por onde começar... começa por aqui!

Este serviço está apenas disponível para quem quer emigrar para o Reino Unido.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

W E L C O M E . pack


Hoje vimos apresentar o primeiro de uma série de serviços que o Sunny Dot irá disponibilizar a quem está, ou quer, mudar de vida. Seja uma mudança de país, o início de um novo negócio, a construção de uma nova carreira,... estamos aqui para te ajudar a alcançares os teus objectivos da forma mais directa e menos difícil possivel. O W E L C O M E . pack foi criado para aqueles que decidem emigrar com a cara e a coragem, como se costuma dizer. O início de uma nova vida noutro país não precisa ser solitário e stressante. Sabemos por experiência própria que as primeiras horas desta grande aventura são determinantes para um começo bom e optimista e por isso criámos este serviço para ti.

Emigrares sózinho para um país que não conheces não tem de ser uma gigante dor de barriga e uma estranha dor de cabeça. Saber que ao chegarmos teremos um rosto conhecido, um sorriso familiar, uma palavra de incentivo, fará toda a diferença na forma como encararás o dia seguinte. Não te preocupes com onde vais apanhar o comboio, quantas linhas de metro tens de percorrer, que taxi chamar, deixa isso connosco, quando te deres conta já estarás relaxadamente a desfazer as malas no lugar que escolheste para morar.

Para saberes todos os detalhes sobre este serviço assim como para pedires orçamento entra em contacto connosco, não hesites, preenche já o formulário disponivel no blog. Somos breves a responder e não deixaremos ninguém sem resposta. Este serviço está desde hoje disponivel aqui e apenas para as zonas de Londres e Kent, em Inglaterra.

Background photo by | Foto de fundo por: Benoit Courti